sábado, 4 de setembro de 2010

O que eu sinto por você...

Desprezo...


Isso que você vai ler é extremamente desgostoso, então se quer evitar de me mandar ir à um lugar que não pode ser falado antes das 22:00h, não continue. Gostaria aqui de deixar registrado o desprezo que eu sinto pela forma de vida que você, pessoa ignorante, representa. Sua companhia é extremamente desagradável, visto que você fica tentando captar a minha conversa para fazer parte dela, mesmo percebendo que eu tento, ao máximo, te ignorar e evitar que você participe dela, porque sua contribuição é sempre negativa.

Todos te ignoram, menos a namorada de um de nossos amigos e um amigo, que só fala com você quando têm interesses de satisfazer-se sexualmente. Isso, pode ser comparado, acabei de me recordar o termo, como se fosse uma prostituição em que o preço que se paga por seus serviços é a atenção e o “carinho” dos que estão a sua volta, isso muito quando você é convidada ou quando se “escala” para nossa companhia. Você não percebeu que a sua beleza fútil e seu jeito de se vangloriar dela própria incomoda a todos?!

Me irritei profundamente quando, no dia do meu aniversário, você olhou para mim, no fundo dos olhos, e me chamou de amigo, fazendo referência à intenção que eu tinha, que não sei onde estava com a cabeça, de ter algum tipo, por mais ínfimo que seja, de relacionamento com você. Você pensa que eu chego perto de ser assim como você, essa prostituta intelectual de beleza vencível por qualquer falta de maquiagem? Te desprezo…

Você parece se arrastar por um pingo de atenção. Aí eu penso: vai procurar tua turma. Agora, já no final do primeiro ano de faculdade, você ainda não fez amigos o suficiente para poder “andar com as próprias pernas” e com os seus próprios amigos? Por que ainda continua precisando da minha carona? Ou ainda acredita que eu tenho a carteira profissional de taxista? Ainda que tivesse, jamais faria uma corrida de táxi pra você sem colocar bandeira dois, porque sua presença dentro do meu carro o tornaria podre.

A sua inocência ignorante e ingênua e infame me deixa fora do sério, quase como se eu fosse inimputável na vontade de cometer um assassinato. Justificável pela simples loucura que causa sua infortuna companhia.

Para finalizar, gostaria também de dizer que a única coisa que me motivou a ainda fazer algo para você, algo esse que me deixa completamente feliz quando para outros fins (que é escrever), é única e exclusivamente minha indiferença, porque sinceramente, não sei se merece meu desprezo. A sua existência é completamente inútil, insossa, vã, fútil, retrógrada forma de vida, frustrante e pra não dizer descartável.

Gostaria realmente de nunca ter te conhecido.

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